{"id":5678,"date":"2017-07-03T16:25:00","date_gmt":"2017-07-03T20:25:00","guid":{"rendered":"http:\/\/amdepol.org\/sindepo\/?p=5678"},"modified":"2017-08-01T08:47:26","modified_gmt":"2017-08-01T12:47:26","slug":"trabalho-de-delegados-e-investigador-da-policia-civil-de-mt-e-citado-em-livro-sobre-o-narcotrafico-na-fronteira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/amdepol.org\/sindepo\/2017\/07\/trabalho-de-delegados-e-investigador-da-policia-civil-de-mt-e-citado-em-livro-sobre-o-narcotrafico-na-fronteira\/","title":{"rendered":"Trabalho de delegados e investigador da Pol\u00edcia Civil de MT \u00e9 citado em livro sobre o narcotr\u00e1fico na fronteira"},"content":{"rendered":"<p><strong>Camila Molina | PJC-MT<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Delegado M\u00e1rio Dermeval Resende<br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-5692\" src=\"https:\/\/amdepol.org\/sindepo\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/IMG-20170701-WA0042-1.jpg\" alt=\"\" width=\"1280\" height=\"720\" srcset=\"https:\/\/amdepol.org\/sindepo\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/IMG-20170701-WA0042-1.jpg 1280w, https:\/\/amdepol.org\/sindepo\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/IMG-20170701-WA0042-1-300x169.jpg 300w, https:\/\/amdepol.org\/sindepo\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/IMG-20170701-WA0042-1-768x432.jpg 768w, https:\/\/amdepol.org\/sindepo\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/IMG-20170701-WA0042-1-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/amdepol.org\/sindepo\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/IMG-20170701-WA0042-1-667x375.jpg 667w\" sizes=\"(max-width: 1280px) 100vw, 1280px\" \/><\/p>\n<p>\u201cPassagem obrigat\u00f3ria da coca\u00edna que chega ao interior paulista, Mato Grosso tem 983 quil\u00f4metros de fronteira com a Bol\u00edvia. S\u00f3 de fronteira seca s\u00e3o 750 quil\u00f4metros. Um prato cheio para a travessia da pasta base de coca\u00edna produzida no pa\u00eds vizinho\u201d. O trecho \u00e9 o in\u00edcio do cap\u00edtulo 10, intitulado \u201cConex\u00e3o Mato Grosso\u201d, do livro \u201cCoca\u00edna, a Rota Caipira\u201d, escrito pelo jornalista Allan de Abreu.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-5680 alignleft\" src=\"https:\/\/amdepol.org\/sindepo\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/IMG-20170701-WA0022.jpg\" alt=\"\" width=\"267\" height=\"359\" srcset=\"https:\/\/amdepol.org\/sindepo\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/IMG-20170701-WA0022.jpg 719w, https:\/\/amdepol.org\/sindepo\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/IMG-20170701-WA0022-223x300.jpg 223w, https:\/\/amdepol.org\/sindepo\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/IMG-20170701-WA0022-279x375.jpg 279w\" sizes=\"(max-width: 267px) 100vw, 267px\" \/>A obra fala sobre o narcotr\u00e1fico no principal corredor de drogas do Brasil e traz entre as hist\u00f3rias, a\u00e7\u00f5es vivenciadas pela Pol\u00edcia Judici\u00e1ria Civil de Mato Grosso, na regi\u00e3o de fronteira entre o Brasil e a Bol\u00edvia. Durante cinco anos, o jornalista entrevistou policiais, ju\u00edzes, promotores, cocaleiros no Brasil, Paraguai e Bol\u00edvia, e reuniu milhares de documentos que resultaram no livro.<\/p>\n<p>Al\u00e9m das narrativas,\u00a0 o autor relata sobre a sua d\u00edvida de gratid\u00e3o com todos aqueles que depositaram nele a confian\u00e7a de fornecer informa\u00e7\u00f5es sigilosas e mostrar a atua\u00e7\u00e3o no combate ao crime. Entre os nomes citados no livro, est\u00e3o dos delegados Mario Dermerval Aravechia de Resende e Walfrido Franklin do Nascimento e do investigador de pol\u00edcia Valmir Castrillon.<\/p>\n<p>Entre os anos de 2009 a 2012, os policiais deram suporte ao autor na temporada em que ele passou na fronteira, apresentando a ele as habilidades dos traficantes e todas as dificuldades para que a Pol\u00edcia enfrenta para exercer suas atividades.<\/p>\n<p>O delegado M\u00e1rio Dermerval Aravechia de Resende, que atuou na Delegacia de Mirassol D&#8217;Oeste (300 km a Oeste de Cuiab\u00e1), entre os anos de 2005 a 2012, conta que nas vezes em que o autor veio at\u00e9 Mato Grosso, teve oportunidade de ir com os policiais at\u00e9 a Bol\u00edvia e de conhecer diferentes regi\u00f5es onde foram feitas grandes apreens\u00f5es de drogas, lagoas nas quais os entorpecentes eram arremessados de avi\u00e3o, estradas onde eram realizadas barreiras, al\u00e9m obter informa\u00e7\u00f5es sobre as personagens mencionadas no livro.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Apreens\u00e3o de 236 quilos de coca\u00edna na fronteira<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-5682\" src=\"https:\/\/amdepol.org\/sindepo\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/APREENSao-236-KG1.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"480\" srcset=\"https:\/\/amdepol.org\/sindepo\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/APREENSao-236-KG1.jpg 640w, https:\/\/amdepol.org\/sindepo\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/APREENSao-236-KG1-300x225.jpg 300w, https:\/\/amdepol.org\/sindepo\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/APREENSao-236-KG1-500x375.jpg 500w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/p>\n<p><strong>Atua\u00e7\u00e3o na Fronteira<\/strong><\/p>\n<p>A quantidade de estradas que d\u00e3o acesso a Bol\u00edvia, chamadas de \u201cCabriteiras\u201d, a longa extens\u00e3o da fronteira, tomada por mata e locais in\u00f3spitos e ermos, com diversas pistas de pouso e fazendas que fazem divisa com o territ\u00f3rio boliviano, s\u00e3o apenas alguns dos obst\u00e1culos enfrentados pela For\u00e7as de Seguran\u00e7a, no combate ao tr\u00e1fico de drogas.<\/p>\n<p>Os policiais precisam lidar ainda com outros fatores como a criatividade dos traficantes que usam as mais diversas formas para despistar a Pol\u00edcia, a organiza\u00e7\u00e3o empresarial de grandes grupos criminosos, e a corrup\u00e7\u00e3o do aparelho repressivo.\u00a0Mesmo com as dificuldades apresentadas na \u00e9poca,\u00a0no per\u00edodo de 2009 a 2012, foram realizadas grande apreens\u00f5es de pasta base de coca\u00edna da regi\u00e3o de fronteira.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Droga arremessada de avi\u00e3o<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-5683\" src=\"https:\/\/amdepol.org\/sindepo\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/03.jpeg\" alt=\"\" width=\"1280\" height=\"850\" srcset=\"https:\/\/amdepol.org\/sindepo\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/03.jpeg 1280w, https:\/\/amdepol.org\/sindepo\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/03-300x199.jpeg 300w, https:\/\/amdepol.org\/sindepo\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/03-768x510.jpeg 768w, https:\/\/amdepol.org\/sindepo\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/03-1024x680.jpeg 1024w, https:\/\/amdepol.org\/sindepo\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/03-565x375.jpeg 565w\" sizes=\"(max-width: 1280px) 100vw, 1280px\" \/><\/p>\n<p>\u201cDiante\u00a0da\u00a0pouca estrutura,\u00a0a Pol\u00edcia Civil\u00a0apresentou um resultado interessante por conta das a\u00e7\u00f5es\u00a0desbravadoras\u00a0e\u00a0da coragem e\u00a0persist\u00eancia\u00a0dos policiais. Foi o in\u00edcio\u00a0de\u00a0um trabalho in\u00e9dito, que serviu de laborat\u00f3rio, para hoje, a Delegacia Especializada de Entorpecentes (DRE) e Delegacia Especializada de Fronteira (Defron)\u00a0exer\u00e7am\u00a0suas atividades\u201d, destacou M\u00e1rio Dermerval.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/amdepol.org\/sindepo\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/IMG-20170701-WA0043.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-5684 alignright\" src=\"https:\/\/amdepol.org\/sindepo\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/IMG-20170701-WA0043.jpg\" alt=\"\" width=\"235\" height=\"313\" srcset=\"https:\/\/amdepol.org\/sindepo\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/IMG-20170701-WA0043.jpg 900w, https:\/\/amdepol.org\/sindepo\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/IMG-20170701-WA0043-225x300.jpg 225w, https:\/\/amdepol.org\/sindepo\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/IMG-20170701-WA0043-768x1024.jpg 768w, https:\/\/amdepol.org\/sindepo\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/IMG-20170701-WA0043-263x350.jpg 263w, https:\/\/amdepol.org\/sindepo\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/IMG-20170701-WA0043-281x375.jpg 281w\" sizes=\"(max-width: 235px) 100vw, 235px\" \/><\/a>Coragem e\u00a0persist\u00eancia\u00a0foi o que o investigador, Valmir Castrillon,\u00a0chefe de opera\u00e7\u00f5es na \u00e9poca,\u00a0precisou para prender o motorista de um caminh\u00e3o carregado com 330 quilos de\u00a0entorpecentes,\u00a0divididos em 140 tabletes de coca\u00edna pura e 154 de pasta base.\u00a0A droga estava escondida no assoalho de um caminh\u00e3o truck Mercedes Benz, amarelo. O ve\u00edculo foi abordado por policiais entre os munic\u00edpios de C\u00e1ceres e Porto Esperidi\u00e3o (326 km a Oeste).<\/p>\n<p>O motorista, abandonou o caminh\u00e3o na estrada, fugindo em dire\u00e7\u00e3o a mata fechada. Policiais civis de Mirassol D\u2019 Oeste e C\u00e1ceres foram acionados e a ca\u00e7ada ao traficante foi coordenada pelo chefe de opera\u00e7\u00f5es, Valmir Castrillon, por mais de 20 horas, sem descanso. O suspeito foi preso ap\u00f3s os policiais cercarem todas as rotas de fuga da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cEra uma equipe muito bem integrada, decidida a n\u00e3o medir esfor\u00e7os para combater o tr\u00e1fico de drogas e roubo de ve\u00edculos na regi\u00e3o\u201d, lembra o investigador.<\/p>\n<p>Outra dificuldade mencionada por Dermerval, \u00e9 o crescimento cada vez maior da atividade do tr\u00e1fico, demonstrando que as leis s\u00e3o ineficazes, fazendo com que a atividade il\u00edcita seja compensadora ao traficante. \u201cNormalmente, quando os grandes traficantes s\u00e3o presos, j\u00e1 efetuaram o transporte de drogas por diversas vezes e j\u00e1 est\u00e3o bem capitalizados, tendo condi\u00e7\u00f5es de permanecer pouco tempo na pris\u00e3o e continuar com atuando na atividade\u201d, frisa.<\/p>\n<p><strong>Apreens\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Investigador Valmir Castrillon\u00a0<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-5685\" src=\"https:\/\/amdepol.org\/sindepo\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/IMG-20170701-WA0045.jpg\" alt=\"\" width=\"1040\" height=\"585\" srcset=\"https:\/\/amdepol.org\/sindepo\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/IMG-20170701-WA0045.jpg 1040w, https:\/\/amdepol.org\/sindepo\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/IMG-20170701-WA0045-300x169.jpg 300w, https:\/\/amdepol.org\/sindepo\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/IMG-20170701-WA0045-768x432.jpg 768w, https:\/\/amdepol.org\/sindepo\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/IMG-20170701-WA0045-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/amdepol.org\/sindepo\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/IMG-20170701-WA0045-667x375.jpg 667w\" sizes=\"(max-width: 1040px) 100vw, 1040px\" \/><\/p>\n<p>Pr\u00e1tica muito comum dos traficantes, o transporte de drogas em fundos falsos de ve\u00edculos \u00e9 um meio utilizado para atravessar a fronteira. Em um dos casos, policiais da Delegacia de Mirassol D&#8217;Oeste apreenderam um caminh\u00e3o boiadeiro com fundo falso em que foram encontrados 236 quilos de pasta base de coca\u00edna. O entorpecente dividido em 228 tabletes foi apreendido ap\u00f3s den\u00fancia de que uma grande quantidade de drogas passaria pelo munic\u00edpio.<\/p>\n<p>Utilizando a mesma t\u00e9cnica, dois traficantes foram presos transportando 90 quilos de pasta base, escondidos fundos falsos, de duas caminhonetes (Ford Ranger e Toyota Hilux). O total de 88 tabletes de pasta base de coca\u00edna estavam nos ve\u00edculos conduzidos pelos suspeitos, na estrada que liga a cidade de Lambari D&#8217;Oeste a Barra do Bugres.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Droga transportada em fundo falso\u00a0<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-5686\" src=\"https:\/\/amdepol.org\/sindepo\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/apreensaoveiculo.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"768\" srcset=\"https:\/\/amdepol.org\/sindepo\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/apreensaoveiculo.jpg 1024w, https:\/\/amdepol.org\/sindepo\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/apreensaoveiculo-300x225.jpg 300w, https:\/\/amdepol.org\/sindepo\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/apreensaoveiculo-768x576.jpg 768w, https:\/\/amdepol.org\/sindepo\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/apreensaoveiculo-500x375.jpg 500w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/p>\n<p>Em uma fazenda no munic\u00edpio de Gl\u00f3ria D&#8217;Oeste (312 km a Oeste), traficantes lan\u00e7aram 65 quilos de pasta base de coca\u00edna de uma aeronave. Os 56 tabletes de entorpecente estavam divididos em dois pacotes, arremessados em uma regi\u00e3o de p\u00e2ntano de dif\u00edcil acesso. Os policiais passaram dois dias na propriedade e os pacotes foram localizados em uma \u00e1rea alagada, cerca de 30 metros de dist\u00e2ncia um do outro.<\/p>\n<p>Durante o cumprimento de mandado de busca e apreens\u00e3o na casa de um conhecido traficante da regi\u00e3o, a Pol\u00edcia apreendeu 200 papelotes de pasta base de coca\u00edna, 50 dentro da resid\u00eancia.\u00a0Na proximidade da casa,\u00a0em\u00a0um matagal,\u00a0policiais\u00a0encontraram\u00a0enterrado ao p\u00e9 de uma \u00e1rvore, um frasco\u00a0com\u00a0mais 150 papelotes da subst\u00e2ncia.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/amdepol.org\/sindepo\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/OP_-RIO-VERMELHO-4.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-5687\" src=\"https:\/\/amdepol.org\/sindepo\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/OP_-RIO-VERMELHO-4.jpg\" alt=\"\" width=\"2816\" height=\"1872\" srcset=\"https:\/\/amdepol.org\/sindepo\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/OP_-RIO-VERMELHO-4.jpg 2816w, https:\/\/amdepol.org\/sindepo\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/OP_-RIO-VERMELHO-4-300x199.jpg 300w, https:\/\/amdepol.org\/sindepo\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/OP_-RIO-VERMELHO-4-768x511.jpg 768w, https:\/\/amdepol.org\/sindepo\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/OP_-RIO-VERMELHO-4-1024x681.jpg 1024w, https:\/\/amdepol.org\/sindepo\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/OP_-RIO-VERMELHO-4-564x375.jpg 564w\" sizes=\"(max-width: 2816px) 100vw, 2816px\" \/><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Camila Molina | PJC-MT Delegado M\u00e1rio Dermeval Resende \u201cPassagem obrigat\u00f3ria da coca\u00edna que chega ao interior paulista, Mato Grosso tem 983 quil\u00f4metros de fronteira com a Bol\u00edvia. 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